A Figueira Chilena é uma árvore de pequeno a médio porte da família das figueiras, cultivada pelo efeito tropical de sua folhagem: as maiores folhas entre as figueiras ornamentais cultivadas no Brasil.
As folhas são muito grandes, arredondadas e cordiformes, podendo passar de 30 cm, com nervuras marcadas e superfície levemente áspera. As folhas novas brotam em tom bronze-avermelhado antes de assumir o verde-médio definitivo. A copa é aberta e ramificada desde baixo, de bom volume.
É uma espécie de crescimento rápido e boa rusticidade em clima quente e úmido, que se desenvolve em sol pleno ou meia-sombra e prefere solo fértil, profundo e bem drenado. Aprecia regas regulares no período de formação e não tolera geadas fortes, que queimam a folhagem.
Na fase adulta produz figos em cachos diretamente no tronco e nos ramos mais velhos — característica chamada caulifloria —, detalhe decorativo incomum no paisagismo. Em vaso de 5 litros é a muda jovem já formada, pronta para o plantio definitivo em jardins tropicais, áreas de sombra ou vasos de grande porte.
Características técnicas:
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Nome Científico: Ficus auriculata
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Hábito: Árvore de pequeno a médio porte, copa aberta e ramos baixos.
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Destaque: Folhas enormes, arredondadas e cordiformes, avermelhadas quando novas.
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Uso Recomendado: Jardins tropicais, sombra em áreas amplas, isolada como ponto focal e vasos de grande porte.
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Requisito de Luz: Sol Pleno a Meia-sombra.
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Manutenção: Baixa, com poda de condução e proteção contra geadas fortes.